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quinta-feira, 24 de março de 2011

HOMOSSEXUALIDADE É DOENÇA?

As instituições internacionais de saúde, em especial, a OMS (Organização Mundial da Saúde), um órgão da ONU, localizado em Genebra (Suíça) afirmam que gostar, sexualmente e afetivamente, de pessoas do mesmo sexo, não é doença!

Dentro da sexualidade humana a homossexualidade, hoje, é vista como uma possibilidade de 

envolvimento afetivo; como uma possibilidade de prática sexual, de satisfação física; como um possível estilo de vida entre as pessoas (homens com homens ou mulheres com mulheres).
Portanto, a homossexualidade é uma das possibilidades que a espécie humana encontra de expressão e direcionamento do desejo e da atração erótica.
Essa atração erótica, esse desejo e esse envolvimento afetivo:
1. quando direcionados para pessoas do sexo oposto (homens e mulheres), é chamada de HETEROsexualidade (hetero = diferente);

2. quando pessoas do mesmo sexo se atraem, denominamos essa relação de HOMOsexualidade (homo=igual, o mesmo que);


3. quando a atração, o desejo e o afeto podem ser expressadas a pessoas dos dois sexos, denominamos de BIsexualidade (BI = dois).

Ninguém precisa se sentir mal com o fato de se perceber atraído por pessoas do mesmo sexo ... Essa sensação de desconforto só acontece porque aprendemos que esta forma de relacionamento não é positiva ... não é "normal". Esse sentimento negativo, frente a homossexualidade, é muito mais uma idéia da nossa cultura ... do nosso meio social, do que, propriamente, uma sensação pessoal.
Quero dizer com isso que, os gays e lésbicas, não tem qualquer dúvida que só serão sexual e afetivamente felizes, 
se viverem juntos de pessoas do mesmo sexo. 

O sentimento de tristeza ... de rejeição e de infelicidade, não é oriundo da condição de "ser homossexual" ... 

mas sim, de viver nesta sociedade preconceituosa e intolerante.

POR QUE A HOMOSSEEXALIDADE É CONSIDERADA RUIM?

Consideramos a homossexualidade algo ruim, porque aprendemos que o único padrão de envolvimento afetivo e sexual permitido pela cultura é aquele que envolve um homem e uma mulher. 

Essa idéia tem uma lógica: 

ela está baseada na visão de 
uma sexualidade reprodutiva; 

está respaldada por uma visão 

restrita de família constituída 

por um homem e uma mulher; 

está convenientemente 

camuflada pelo ocultação 

do afeto, 

da busca pelo companheirismo, 

da conjugalidade como 

fatores fundamentais para a felicidade 
das pessoas e que 

pode estar presente 

no envolvimento 

entre pessoas do 

mesmo sexo; 

e, por fim, 

está baseada na 

construção histórica 

da homossexualidade 

como doença 

(conceito superado, 

nos dias de hoje).


A homossexualidade sempre existiu no comportamento sexual humano. 


No entanto, sempre foi, ideologicamente excluída da sexualidade dita normal. 


Mesmo a humanidade tendo sua história de repressão contra essa prática, mesmo que a sociedade conservadora tenha sempre dito que é anormal, as pessoas continuam a sentir a atração e o 

desejo erótico por pessoas do mesmo sexo!!!

Talvez, esteja na hora da sociedade mudar o significado e o conceito negativo afetiva e sexual, encarando-a como uma possibilidade da sexualidade humana se expressar.
 

segunda-feira, 21 de março de 2011

A HOMOSSEXUALIDADE NA GRÉCIA ANTIGA

Antes de nos aprofundarmos no tema em questão, faz-se necessário definir o que significa homossexualidade. Recorrendo ao dicionário Aurélio da Língua Portuguesa encontramos homossexual 
como relativo à afinidade, atração e/ou comportamento sexuais entre indivíduos do mesmo sexo. No entanto, a palavra homossexual é originária do século XIX a partir do grego homo (igual) e do latim sexus. 
Com isso enfatizamos que na Grécia Antiga tal expressão inexistia.

Encontramos a pederastia, que para os gregos era o amor de um homem (geralmente com idade acima de trinta anos) por um adolescente (entre os quatorze e dezesseis anos). A relação sexual entre pessoas adultas do mesmo sexo não era comum e, quando ocorria, era reprovada, 
principalmente entre dois homens, pois havia a preocupação com a questão da passividade. Um homem não podia ter complacências passivas com outro homem, muito menos se este fosse um escravo ou de classe inferior.

 
A prática da homossexualidade dentro do contexto da pederastia não era excludente. Ou seja, o fato do homem ter sua esposa não era impedimento para que se relacionasse com um adolescente. E nem o fato de se relacionar com o adolescente significava o fim do seu casamento. A pederastia dificilmente alterava a imagem do homem perante a sociedade, pois o amor ao belo, ao sublime e o cultivo da inteligência e da cultura não tinha sexo. Condenável era a busca do sexo pelo sexo.
Além do componente etário, a relação de pederastia incluía a questão do status social, nesse sentido o homem deveria ter ascendência intelectual, cultural e econômica sobre o adolescente. Afinal, ele complementaria a formação do jovem, iniciando-o nas artes do amor, no estudo da filosofia e da moral.
Havia toda uma ritualizaçãoenvolvendo a aproximação do homem que estivesse interessado por um adolescente. 
A “corte” era necessária para que a relação tivesse o caráter de bela e moralmente aceita. Os papéis nesse caso eram bem definidos, o homem (erastes) fazia a corte e o adolescente (erômeno) era o cortejado, podendo deixar-se conquistar ou não.

O homem, ao cortejar, presenteava, prestava favores, ia ao ginásio ver o adolescente se exercitar (e geralmente se exercitava nu) e praticava com ele os exercícios físicos até a exaustão, uma vez que não possuía o mesmo vigor físico da juventude. O adolescente, por sua vez, deveria ser gentil e ao mesmo tempo por à prova o amor do pretendente. A conquista era incerta, pois caberia ao jovem a palavra final.

Quando deveria acabar a relação de pederastia? Tão logo aparecesse no adolescente os primeiros sinais de virilidade, a primeira barba, que por volta dos 17 ou 18 anos já era evidente. Permanecer nessa relação após o advento da virilidade era reprovável, principalmente para o homem, já que estaria se envolvendo com outro homem.

A relação entre pessoas do mesmo sexo teve lugar também em Esparta, porém com um sentido um pouco diferente da vista em Atenas. Além das relações de pederastia, eram estimuladas as relações entre os componentes do exército espartano e tinha por objetivo torná-lo mais forte. 
O que levava 
os comandantes  do exército  a estimular  esse tipo de  relação era o  fato de  acreditarem que  um amante,  além de  lutar,  jamais 
abandonaria outro amante  no campo  de batalha. 

O Batalhão 
Sagrado de  Tebas,  famoso por  suas vitórias,  era  formado  totalmente  por  pares homossexuais.

A homossexualidade feminina também teve seu lugar na Grécia Antiga. E, embora a mulher não ocupasse lugar de destaque e, por isso, a escassez de registros, é da antigüidade grega que provém o termo lésbica, para indicar a mulher homossexual.

Lesbos é o nome da ilha onde viveu Safo, a famosa poetisa, que não escondia sua preferência sexual pelo mesmo sexo.
ZEUS E GANIMEDES
E, já que citamos Safo, vale nomear outros nomes conhecidos. Zeus, o deus grego, enamorou-se de tal forma pelo jovem Ganimedes, tal era sua beleza, que o levou para o Olimpo.

Teseu seduziu não apenas donzelas no labirinto, mas também os monstros. 

Os filósofos Sócrates e Platão, e o legislador Sólon foram pederastas no sentido aqui explicitado.

APOLO  CHORA A MORTE DE SEU AMADO JACINTO
Na Grécia Antiga, as relações entre homens, que hoje nomeamos de homossexualismo, eram quase sempre orientadas para finalidades específicas e ultrapassavam a simples busca do prazer sexual.
A pederastia visava a formação do jovem, tanto em Esparta quanto em Atenas. 
No exército espartano o amor entre soldados fortalecia o exército.                                                     
Em nenhum dos dois casos estava excluída a relação com uma mulher, no presente ou no futuro. É com o advento do cristianismo que essas relações passam a ser vistas como pecaminosas.

sexta-feira, 18 de março de 2011

GAYS FAMOSOS: WILL FENNELL


Will
Fenell
é
homossexual
assumido,
tem
31
anos. Ficou
conhecido 
como
um
dos
apresentadores
da
versão
australiana
do
"Queer
Eye
for
the
Straight
Guy",
cuja
tradução
seria
mais
ou
menos
"Um
olhar
gay
sobre o
homem
hetéro".
Trata-se
de um
programa
da TV
a cabo
que
mostra um
grupo de
gays
que
tentam
resolver os
problemas de
moda de
héteros e
de gays-
desentendidos-
recém-saídos-
do-
armário. Will
é
um dos
apresentadores
mais
populares
e
queridos do
programa,
tanto
por sua
simpatia
como por
sua
beleza
e um
corpo
lindo e
sarado
coberto
por
uma
sensual
pelugem.
A
proposta
do
programa
é
receber
homens
héteros
para
ajudá-los
e
aconselhá-lhos
em
questão de
moda,
combinação
de
peças do
vestuário
e acessórios,
roupa
adequada
para
cada tipo
de
evento,
lugar,
hora e
situação,
colocando
assim o
conhecido
"bom gosto
gay" a
serviço da
elegância
dos héteros.
Mas
Will Fennell
é
tão
lindo e
maravilhoso
que
não faltam
gays se
fazendo passar
por
héteros
só para
participar
do programa
e estar
ao
lado do
apresentador
bonitão.
Will já
pousou
mais de
uma
vez
para
a revista
DNA,
e basta
conferir e
admirar
suas fotos
para
comprovar que
ele
é mesmo
um prato
cheio pra
matar a
fome de
qualquer
um. Aliás,
nem
precisa estar
com
fome,
pois a
aparência é
tão
saborosa
que é
difícil reistir
à
tentação da
gula, e
olha que
eu
não
sou muito
chegado
em homem
musculoso,
mas sua
compleição
física é
tão bem
proporcional
e
equilibrada
que
não
parece
exagerada
nem
artificial
como
de certos
caras
que
extrapolam
nas
bombas e
levantamentos
de peso
até
conseguir
estragar
o que
a natureza

tinha
feito
perfeito.

terça-feira, 15 de março de 2011

SIMON REX: Trajetória de um astro, da indústria pornô aos letreiros de Hollywood


Nasc: 20/06/1974
Nome de Nascimento: Simon Rex Cutright
Cidade: São Francisco, Califórnia
País: Estados Unidos

Chama
atenção
o
fato
de
Simon
Rex
ter
sido
preso
aos
17
anos
de
idade.
O
fato
aconteceu
quando
ele
e
um
amigo
decidiram
usar
o
cartão
de
crédito
que
estava
numa
carteira
que
encontraram.
Os
dois
foram
pegos
pela
polícia
assim
que
deixaram
uma
loja
de
conveniências.
Para
a
sorte
dos
garotos,
eles
foram
libertados
da
prisão
no
mesmo
dia.
O
dono
do
cartão
decidiu
não
processá-los
com
a
condição
de
que
eles
passariam
uma
temporada
prestando
serviços
à
comunidade.
Nascido
e
criado
no
Mission
District,
em
São
Francisco,
ao
terminar
a
escola
secundária
Simon
Rex
iniciou
carreira
na
indústria
de
filmes
homo-
-pornô,
onde
participou
de
5
filmes,
um
deles
lhe
rendendo
um
prêmio
em
1997
na
categoria
de
Melhor
Vídeo
Solo
Gay.
No final
da
década
de 90
lançou-se
como modelo
para
grife
Tommy
Hilfiger.
Após
três
anos
de
carreira
nacional
e
internacional
foi
contratado
como
V.J.
da
MTV,
onde
permaneceu
por
dois
anos.
Foi
o
que
o tornou
conhecido
pelo
público
americano.
Ele
fez
sua
primeira
participação
séria
como ator
na série
de
TV
''Jack & Jill'',
como Mikey
Russo.
Nas horas
de folga,
Rex
fazia o
papel de
garoto-
-propaganda
da L'Oreal.
Sua
estréia em
rede nacional
americana
foi
no drama
''Felicity'',
da WB.
No cinema
apareceu como
ele mesmo
no
filme independente
''Snapped''.
Sua paixão
pela comédia
e
improvisação o
conduziu a
participações
na série
''Instant
Comedy with
the Groundlings''
(1998) ,
e fez
apresentações
''standup comedies''
(sozinho
no palco)
no tradicional
New
York’s Boston
Comedy Club.
Em 2000
ingressou na
indústria cinematográfica
convencional
com
o filme
"Histeria",
depois
participou de
"Vampiros
no Deserto",
em 2001,
"Tupac: Ressurrection",
em 2003,
"Todo
Mundo em
Pânico 3 e 4,
2003/06,
"Super-Herói:
O Filme"
e
"An American
Carol",
em 2008.
Rex atualmente
mora em
Los Angeles.