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domingo, 22 de maio de 2011

O nu masculino na história da fotografia – 3ª parte: Robert Mapplethorpe, um artista polêmico e revolucionário

Mesmo
causando
grande
polêmica,
Robert
Mapplethorpe
pode
ser
considerado
como
o
reponsável
por
hoje
em
dia
a
fotografia
do
nu
masculino
estar
tão
difundida.
Antes
dele
a
crítica
praticamente
desconhecia
e
ignorava
esse
tipo
de
arte,
mas
o
trabalho
de
Mapplethorpe
foi
tão
revolucionário
que
não
foi
possível
passar
despercebido,
e
a
crítica
finalmente
teve
que
se
expressar
a
esse
respeito,
fosse
para
elogiar
ou
condenar,
pois
ambas
as
situações
sofreram
as
obras
desse
artista.
Suas
fotografias
de
composições
clássicas
e
sofisticadas,
suas
naturezas
mortas
refinadas
e
suas
imagens
da
sexualidade
explícita
do
universo
sadomasoquista,
despertaram
tanto
a
idolatria
quanto
a
fúria
da
sociedade
norte-
americana...
Talvez
seja
principalmente
conhecido
por
suas
fotografias
de
nu
e
sua
maneira
controversa
de
abordar
o
erotismo.
Fotografava
também
mulheres,
mas
os
nus
masculinos,
naturalmente,
foram
a
parte
de
sua
obra
que
causou
mais
repercusão
e
polêmica.
Outros
temas
comuns,
são
seus
próprios
retratos
e
a
natureza
morta.
Algo
que
predomina
em
toda
sua
obra
é
o
perfeccionismo
técnico.
Fez
auto
retrato
vestido
de
mulher
e
nu
masculino.
Foi
homossexual
assumido
e
um
dos
mais
controvertidos
fotógrafos
contemporâneos.
A
partir
dos
anos
80
o
fotógrafo
passa
a
refinar
seu
trabalho
a
nível
técnico
e
estético,
produzindo
imagens
explorando
o
nu
artístico
sob
uma
ótica
clássica
e
composição
purista,
still
life
de
flores
e
portrait
de
personalidades
do
meio
artístico
e
cultural.
São
desta
fase
algumas
de
suas
fotos
mais
marcantes
de
homossexuais
em
rituais
sadomasoquistas,
muitas
das
quais
foram
proibidas
de
serem
expostas
nos
EUA.
Nascido
em
4/11/46,
Robert
foi
o
terceiro
filho
de
uma
família
pobre
dos
subúrbios
de
Nova
Iorque.
Estudou
arte
no
Pratt
Institute
do
Brooklyn
e
suas
primeiras
fotografias
foram
feitas
na
década
de
70
com
uma
polaroid.
Ele
queria
ser,
na
verdade,
um
artista
plástico
e
encontrou
na
fotografia
a
maneira
perfeita
para
expressar
suas
inquietações
artísticas.
Na
segunda
metade
dos
anos
70
começa
a
produzir
fotos
com
uma
médio
formato
Hasselblad
e
prepara
duas
mostras
simultâneas,
pesquisando
novos
materiais,
processos
de
impressão
e
formas
de
apresentação
de
suas
criações.
Mapplethorpe
morreu
em
1989,
vítima
de
uma
infecção
pelo
vírus
da
aids,
tendo
sido
um
dos
artistas
que
mais
causou
polêmicas
nos
anos
80.
Desde
sua
morte,
suas
fotografias
foram
várias
vezes
denunciadas
no
Senado
Norte
Americano,
provocando
processos
e
julgamentos
em
torno
de
obcenidade
e
pornografia.
Sua
história
pode
ser
resumida
como
tratando-se
ele
de
um
rapaz
que
rompeu
com
uma
formação
católica
rigorosa
em
Queens (NY),
e
passou
a
explorar
um
universo
homosexual
e
sadomasoquista
nos
anos
70
e
80
em
Nova
Yorque.
Suas
últimas
fotografias
são
basicamente
divididas
em
dois
grupos,
o
corpo
humano
e
flores,
sendo
que
as
fotografias
de
flores
e
arranjos
florais
fazem
clara
referência
à
sexualidade.
Após
sua
morte,
em
1989,
Mapplethorpe
teve
seu
último
livro
caçado,
proibido
e
retirado
de
bibliotecas
e
centros
culturais,
criando
uma
das
maiores
e
mais
recentes
controvérsias
sobre
a
liberdade
de
expressão
nos
EUA.
Hoje,
seu
trabalho
pode
ser
visto
em
galerias
e
museus,
mas
sempre
com
certas
restrições...

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